APARÊNCIAS

Vivemos o modelo social da aparência, onde todos procuramos, de alguma forma, mostrarmos aquilo que, verdadeiramente, não somos.
Cabelos coloridos, lentes coloridas, maquiagens, plásticas, silicone, cílios postiços, unhas postiças, cintas apertando a barriga, bumbum postiço, os jovens bombados, imaginem!... É o fim do natural!
Não são só as mulheres, os homens, nós, os homens, aderimos, já, a essa prática da falsa imagem.
Mas não estou redigindo este texto para fazer críticas a quem assim procede, apenas quero fazer uma referência a tal assunto para que todos façamos uma reflexão sobre a nossa aparência moral. É o que me interessa, a nossa aparência moral, o caráter, o respeito, a dignidade, a personalidade, etc...
"Havia um cientista que, preocupado com os problemas sociais do mundo, passava quase todo o seu tempo em seu laboratório buscando encontrar formas de minora-los.
Certo dia entra em seu laboratório seu filho de sete anos de idade e diz-lhe: Pai, quero ajuda-lo!
Aborrecido com o intruso, ele diz ao filho: Aqui não tem o que você fazer, vá brincar com seus amiguinhos!
- Eu não quero brincar, quero ajuda-lo!
Vendo que a insistência do filho iria tomar seu tempo, resolveu dar uma tarefa ao filho.
-Filho, você gosta de quebra-cabeças.
-Sim!
Então, o pai pegou uma revista que estava em cima da mesa, onde havia uma figura do mapa do mundo. Recortou com uma tesoura o mapa em diversos pedaços e, dando ao filho os pedaços e um tubo de cola, disse-lhe: Vá, conserte o mundo! Mas, não peça ajuda a alguém.
Ora, a criança de sete anos não conhecia o mapa do mundo e assim, imaginou o pai, levaria dias para remonta-lo e o deixaria trabalhar sossegado.
Mas, após duas horas, eis que a criança volta e diz ao pai: Pronto pai, consertei o mundo!
Espantado e aborrecido o pai, imaginando que fosse mais uma peraltice do filho, surpreendeu-se ao verificar que o filho havia, realmente, consertado o mundo.
-Ora, eu lhe disse para não pedir ajuda!
-Mas não pedi, pai. É que, quando o senhor pegou a revista com o mapa do mundo, eu notei que do outro lado da folha havia a figura de um homem. Como não conseguia consertar o mundo, resolvi ir consertando o homem que eu já conhecia e quando terminei de consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo"
Interessante, né? Assim, não bastam as aparências, é preciso que aconteçam mudanças reais em nossas vidas, é olharmos para nós mesmos em busca dos nossos defeitos, nossos erros e tentarmos fazer um conserto nas virtudes que não estão expostas aos olhos, pois assim agindo poderemos ter conhecimento para mudarmos nós mesmos, um irmão, a família, um amigo, a sociedade e quem sabe assim mudarmos o mundo.
Há doze anos passados eu vivia perdido de mim mesmo, dos amigos, da sociedade, da família... Resolvi fazer uma reflexão sobre os meus atos e desatos, sobre mim, meus filhos, meus amigos, minha família, a sociedade, meu lado profissional e, então, no dia 13 de agosto de 1995, resolvi deixar o álcool de lado. Houve uma mudança incrível em todos os setores da minha vida e com essa atitude consigo viver bem com meus filhos, numa convivência de amizade e amor, sem álcool, sem os desgastes que a maioria dos pais sofrem por causa das farras dos filhos, das noites em busca de falsas alegrias, etc...
Dentro do lar estão as coisas que a gente, realmente, ama. Por que, então, deixar essas coisas em abandono e buscar fora dele o que precisamos para sermos felizes?
Talvez você não possa mudar o mundo, mas custa tentar?
Seja você a mudança que deseja no mundo!
Porque se todos quisessem, mudaríamos!
Faça uma reflexão sobre este texto!
Cabelos coloridos, lentes coloridas, maquiagens, plásticas, silicone, cílios postiços, unhas postiças, cintas apertando a barriga, bumbum postiço, os jovens bombados, imaginem!... É o fim do natural!
Não são só as mulheres, os homens, nós, os homens, aderimos, já, a essa prática da falsa imagem.
Mas não estou redigindo este texto para fazer críticas a quem assim procede, apenas quero fazer uma referência a tal assunto para que todos façamos uma reflexão sobre a nossa aparência moral. É o que me interessa, a nossa aparência moral, o caráter, o respeito, a dignidade, a personalidade, etc...
"Havia um cientista que, preocupado com os problemas sociais do mundo, passava quase todo o seu tempo em seu laboratório buscando encontrar formas de minora-los.
Certo dia entra em seu laboratório seu filho de sete anos de idade e diz-lhe: Pai, quero ajuda-lo!
Aborrecido com o intruso, ele diz ao filho: Aqui não tem o que você fazer, vá brincar com seus amiguinhos!
- Eu não quero brincar, quero ajuda-lo!
Vendo que a insistência do filho iria tomar seu tempo, resolveu dar uma tarefa ao filho.
-Filho, você gosta de quebra-cabeças.
-Sim!
Então, o pai pegou uma revista que estava em cima da mesa, onde havia uma figura do mapa do mundo. Recortou com uma tesoura o mapa em diversos pedaços e, dando ao filho os pedaços e um tubo de cola, disse-lhe: Vá, conserte o mundo! Mas, não peça ajuda a alguém.
Ora, a criança de sete anos não conhecia o mapa do mundo e assim, imaginou o pai, levaria dias para remonta-lo e o deixaria trabalhar sossegado.
Mas, após duas horas, eis que a criança volta e diz ao pai: Pronto pai, consertei o mundo!
Espantado e aborrecido o pai, imaginando que fosse mais uma peraltice do filho, surpreendeu-se ao verificar que o filho havia, realmente, consertado o mundo.
-Ora, eu lhe disse para não pedir ajuda!
-Mas não pedi, pai. É que, quando o senhor pegou a revista com o mapa do mundo, eu notei que do outro lado da folha havia a figura de um homem. Como não conseguia consertar o mundo, resolvi ir consertando o homem que eu já conhecia e quando terminei de consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo"
Interessante, né? Assim, não bastam as aparências, é preciso que aconteçam mudanças reais em nossas vidas, é olharmos para nós mesmos em busca dos nossos defeitos, nossos erros e tentarmos fazer um conserto nas virtudes que não estão expostas aos olhos, pois assim agindo poderemos ter conhecimento para mudarmos nós mesmos, um irmão, a família, um amigo, a sociedade e quem sabe assim mudarmos o mundo.
Há doze anos passados eu vivia perdido de mim mesmo, dos amigos, da sociedade, da família... Resolvi fazer uma reflexão sobre os meus atos e desatos, sobre mim, meus filhos, meus amigos, minha família, a sociedade, meu lado profissional e, então, no dia 13 de agosto de 1995, resolvi deixar o álcool de lado. Houve uma mudança incrível em todos os setores da minha vida e com essa atitude consigo viver bem com meus filhos, numa convivência de amizade e amor, sem álcool, sem os desgastes que a maioria dos pais sofrem por causa das farras dos filhos, das noites em busca de falsas alegrias, etc...
Dentro do lar estão as coisas que a gente, realmente, ama. Por que, então, deixar essas coisas em abandono e buscar fora dele o que precisamos para sermos felizes?
Talvez você não possa mudar o mundo, mas custa tentar?
Seja você a mudança que deseja no mundo!
Porque se todos quisessem, mudaríamos!
Faça uma reflexão sobre este texto!


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